Varejo

Relacionamento da marca com o cliente

Como repensar a partir dessa premissa o posicionamento das marcas?

De imediato a grande mudança foi a aceleração digital que ocorreu nesses dois anos. Ela levaria 5 ou 10 anos para acontecer.

Em paralelo um valor intrinsicamente humano passou a figurar como virtude esperada das empresas: A EMPATIA.  E acrescido da responsabilidade social passaram a acompanhar a decisão de compra.

Considera-se sim o preço, ele, porém é a medida do ganho e a matemática simples do lucro não representa a conjuntura mais complexa que passamos a viver no ambiente de negócios em tempos de pandemia.

Essa EMPATIA deve ser reflexo verdadeiro de uma virtude valorizada pela marca, “navegar nessa onda” somente por oportunismo pode levar o barco à deriva. Lembram da aceleração digital? Os consumidores conseguem investigar e entender se as marcas seguem o que elas pregam, como se comportam no mercado e se suas campanhas refletem os seus valores.

E como aplicar esse conceito tão abstrato de EMPATIA de forma prática?

Uma startup de varejo, junto aos clientes que assinam seu e-mail marketing, deu a opção de receber ou não uma comunicação sobre o dia das mães. A sensibilidade foi o mote considerando a amplitude de perdas de vidas, eram mães de alguém e filhos de outrem os números divulgados dia a dia. O recado é: “Dia das mães: Eu sou solidário com a sua dor e o reconheço e respeito.” Muito melhor do que “Dia das mães: Eu vou vender para você!”

A empresa não pode mais vender e sim criar uma relação com seu cliente. Prezar mais pelo ser humano, suas necessidades e como podem ser apoiadoras no atendimento dessas demandas. Nesse contexto temos RECORRÊNCIA, estabelecer relacionamento é mais duradouro do que um único negócio. E mais LUCRATIVO!

Independente do tamanho do seu negócio fique atento e ligado ao que acontece ao redor, do bairro ao país e ao mundo.

E no demonstrar CUIDADO COM O OUTRO vale apoiar com qualquer valor causas importantes. Pode ser uma “gota no oceano” um arredondamento de troco doado pelo cliente. Só que ele vai se somar a outros que hão de fazer a diferença.

Empreenda, mas…. compreenda também. Ou receba o tsunami sem estar preparado! O E-commerce brasileiro cresceu 73,9% em 2020 segundo o índice MCC-ENET.

Levar um caldo duma onda gigante dessas é bem dolorido!

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